domingo, 26 de julho de 2009

Ficar sem internet...

é tão triste, as vezes.

Eu sei que ando sumidinha, mas sabe como é, se a Telefônica prestasse seus serviços de forma adequada, não estaria aqui, com gripe, pseudomoribunda, escrevendo do laptop da mamis.

Estou um pouco revoltada com uma situação que acaba de me ocorrer e juro que queria entender por que algumas pessoas sentem necessidade de revolver o passado.

Alôôôô, já passou, olhe a luz no fim do túnel e siga pra lá, o navio está partindo, corra corra e me deixe em paz!

Feridas fechadas não devem ser reabertas.

Algumas conversas nem deveriam existir, ainda mais sobre o passado.

Sei que faz parte do nosso crescimento, aprendizado e todo aquele blábláblá já conhecido, mas será que por algum momento a pessoa pensou que talvez, só talvez por acaso, assim, isso me faria mal?

Minha mamis sempre diz que a palavra desculpas fez com que muita gente deixasse de ter vergonha na cara. Eu discordo dela em alguns aspectos, pois quando a coisa toda é sem querer aí sim, mas quando é feito de caso pensado e envolvendo terceiros... aaaaahhhhhh aí a história muda de figura.

Dificilmente me arrependo de algo que eu já tenha feito. Sou pró na arte de fazer coisas sem perceber, pra essas peço desculpas, mas se faço em plena conciência e se achar que estou com a razão, dificilmente me verá pedindo desculpas. Porque convenhamos é bem simples, eu chuto sua canela do nada, você fica chorando (ou não) aí eu vou bem linda e estonteante (algo que sou sem dúvidas) e peço desculpas. Ou melhor, espero passar sua dor, aí me sinto culpada e vou atrás de você pra pedir desculpas. Opa, peraí!? Já passou lembra? Continue seguindo a luz, corra corra... Afinal, o erro já foi cometido, a bala não volta pro gatilho e o sangue derramado não volta a correr pelas veias... (que profundo XD)

Trocando em miúdos, não me peça desculpas do que você fez! Eu cultivo o rancor (pessoas malvadas fazem isso e as que deixaram de ser doce também!) rs. Deixa prá lá, como diria Mara (Porreta) Maravilha: O que passou, já passooooouuuuu... (essa foi aquela remexida no sacófago!)
Não sou de todo má (devo ter algo de bom em algum lugar, peraí que eu não tô achando agora, mentira!), só acho que as pessoas as vezes perdem o dicernimento da situação.

Se você vive algo parecido com o que relato aqui, provavelmente deve entender, se não, desculpe!