sábado, 16 de outubro de 2010

Estou falando é de...

respeito!!!

Por definição, segundo o dicionário Priberam:

RESPEITO

(latim respectus, -us, acção!ação de olhar para trás, espectáculo!espetáculo, atenção)

s. m.

1. Sentimento que nos impede de fazer ou dizer coisas desagradáveis a alguém.

2. Apreço, consideração, deferência, obediência, submissão, temor, medo.

3. Temor do que os outros podem pensar de nós
 

Estou a dias ruminando (não sou uma vaquinha é só uma expressão) sobre esse assunto.
Desde a tenra idade, somos instruídos a respeitar o espaço dos outros, os mais velhos, as diferenças e todo aquele blábláblá moral e ético que já sabemos. Mas se sabemos por que não utilizamos essas referências?


Tenho observado com uma frequência absurda a falta de noção das pessoas com o uso de celular.
Queridos, celular não é rádio de pilha pra ficar ouvindo música alta! Hellooooooo!!! Não é porque você gosta de pancadão que eu sou obrigada a ouvir. Põe a meleca do fone no ouvido.
A propósito, se você tem problema auditivo, opte por falar pessoalmente, porque ninguém gosta de ouvir outra pessoa ao celular berrando com quem está do outro lado da linha (odeio os infelizes que tem a droga do NEXTEL).


Outro clássico do aparvalhamento humano, são os infernentos que ficam batucando e cantando alto dentro dos transportes públicos coletivos. Ok, você pagou a passagem como eu, mas não tem couver artístico, então para pô!? E nem vem com a história de "quer sossego vai de táxi" que não cola. Tenha dó!


Outra coisa irritante envolvendo o malfadado do transporte público coletivo. Mães que são espertinhas e passam seus pequenos gigantes por baixo da catraca, seja do metrô ou do ônibus. Poxa, tem uma idade estipulada por lei pra que a criança não pague. Se não tem a intenção de pagar pela passagem do pentelho, deixa ele em casa.
O cúmulo é quando o infernento em questão, corre e senta no banco mais alto (a mamis chama de banco dos bobos... as crianças, e alguns adultos, tem fascínio por ele). Nada contra, desde que o adulto responsável pelo ranhento pague a passagem, caso não o faça leva a onça no colo, pra não tomar o lugar de um pagante.


Sou totalmente a favor da livre escolha da opção sexual. Viva a diversidade. Mas não é porque eu aceito numa boa que todas vão fazer o mesmo. Acho péssimo as pessoas ficarem dando showzinho na rua, shopping e afins, e quando as pessoas olham torto dizem que é discriminação. Hellooooooooooooo, isso é HIPOCRISIA colega! Cai na real. Você pode fazer o que bem entender, desde que seu comportamento, não exponha outras pessoas ou as deixe constragidas.


Você com certeza já foi acordado num domingo de manhã pelos danadinhos daquela religião cujo nome não pretendo mencionar (óbvio). Zenteeeeeeeeeeeeeeeeee, religião é igual bunda, cada um tem a sua. Mostra quem quer. Mas lembre-se nem toda bunda agrada. Tenha dó né!? Acho super bacana ser missionário e saber a Bíblia todinha... mas as 9hs do domingo, nem é legal, tá!?


Enfim...


Poderia passar a madrugada enumerando os dissabores da vida.
Mas não adiantaria muito, porque algumas ações estão tão incutidas no inconsciente coletivo, que o que é falta de respeito, já ficou normal.


Espero que as pessoas reflitam mais sobre suas ações e vejam que o seu umbigo não é o único.

domingo, 3 de outubro de 2010

Eu queria entender...

porque algumas pessoas fogem dos bancos reservados?

DECRETO N°17.261, DE 09 DE ABRIL DE 1981
Diário Oficial do Município de São Paulo, 10 de abril de 1981

Dispõe sobre reserva de assento, em ônibus e trolebus, destinado ao uso preferencial de pessoas portadoras de deficiências físicas e dá outras providências.

EI N°10.012, DE 13 DEZEMBRO DE 1985
Diário Oficial do Município de São Paulo de 14 de dezembro de 1985

Dispõe sobre assentos reservados para uso por gestantes, mulheres portando bebês ou crianças de colo, idosos e deficientes físicos, nos veículos de transporte coletivo de passageiro.

Mário Covas, Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei:

Faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 20 de novembro de 1985, decretou e eu promulgo a seguinte Lei:

Art. 1° Todos os veículos empregados nas linhas de transporte coletivo de passageiro, no Município de São Paulo, deverão ter os 4 (quatro) primeiros lugares sentados, da sua parte dianteira, reservado para uso por gestantes, mulheres portando bebês ou crianças de colo, idosos e deficientes físicos.

Art. 2° Tais lugares serão marcados com placa indicativa com os seguintes dizeres:

"Assento reservado para o uso de gestantes, mulheres portando bebês ou crianças de colo, idosos e deficientes físicos. Ausentes pessoas nessas condições, o uso é livre."

Art. 3° Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.




Se o banco tivesse lepra, vá lá, daria pra entender. Mas não tem!

Esses dias venho observando o comportamento das pessoas em transportes coletivos, no que concerne a esse assunto.
Notei que muitas vezes, mesmo não havendo pessoas nas condições que a lei ampara, o banco fica vazio. As pessoas meio que fogem deles (eu faço parte do grupo que acha que esses bancos tem lepra, prefiro ir de pé a sentar neles, mesmo quando não tem ninguém que necessite do uso... prefiro evitar a fadiga XD).
Mas também tenho notado que as pessoas que deveriam sentar neles, não o fazem. Isso me irrita profundamente, já que fica difícil de fazer valer o direito ao assento se não há utilização... depois reclama...
Há também os casos frequentes em que as pessoas se sentam e não se levantam de forma alguma!!! Fingem que estão dormindo, lendo livros, revista, jornal... e nem aí pra quem precisa.

Então me questiono: É realmente viável o lugar reservado, já que muitas vezes ele fica vazio e as pessoas que são beneficiadas não o utilizam?
As vezes acho que seria o caso de todos os assentos serem reservados!!! Assim, sempre que entrasse uma pessoa que necessitasse a outra deveria obrigatoriamente levantar!!!
Quem sabe isso daria certo, não!?