quinta-feira, 28 de julho de 2011

Fiz 30...

e agora?



Preciso dizer que esse é o maior tormento da minha vida!
Não venham me dizer que sou jóvem, porque não sou porcaria nenhuma (deu pra sentir o rancor, néam!?)!
Já fiquei deprimida, já chorei, já fiquei emburrada e preciso dizer uma coisa caro leitor, continuo com 30!
Sou uma tiazinha. Essa é a real.
Não sou lá muito gostosa, nem a mais bonita da cidade (hehehe), mas tô aí. Mas não tô na pista pra negócio.
Quando minha mamis veio me dar parabéns logo pela manhã, pareceu que o mundo desabou na minha cabeça! A pior parte foi: "30 né A. Que você faça mais 30 e mais 30 e mais 30..." respondi docemente: "Claro, aí viro a Dercy e fico sem ver o Corinthians ser campeão das libertadores!".
Minha tia ligou depois e disse: "Trintão em Aline?" só consegui soltar um gemido em resposta pra não xingar.
Meu namorado não se manifestou, mas sei que ele ainda vai fazer alguma piadinha, qualquer dia desses.

Aposto que estão pensando: "Para com isso garota, 30 não é o fim do mundo!!!!"

Pra você baby que não chegou nos 30 ou que já passou e tenta se conformar com a idade!
Ótimo pra quem já chegou e está super feliz. Admiro quem consegue.
Não me sinto confortável com essa idade e tão pouco vou mentir pra ninguém tentando esconder o óbvio.

Pense que estou me tornando biológicamente inviável, com maior propensão para obesidade, doenças cardíacas e AVC's, a libído aumenta (e nem sempre seu parceiro está disposto a enfrentar uma marotona de 12 horas de sexo selvagem com direito a pendurada no lustre), você começa a achar roupas com print animal bacanas e por aí vai (só falta começar a ouvir Odair José).

Vivaaaaaaaaa os 30, néam!?
E por favor, não me venha dizer que todo mundo envelhece, que faz parte do ciclo natural das coisas e todo aquele blábláblá motivador que não adianta. Não vou voltar a ser zóvem denovo.
Não se preocupem, aceito minha velhice constante, não vou ficar como a Gretchen ;]

Se acham que estou ranzinza, pense em quem me vê todos os dias!?

Mas acho que ter 30 anos deve ter alguma vantagem, só não encontrei ainda...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Por que os personagens de Glee são considerados...

perdedores?

(foto de divulgação)

Eu adoro Glee e não tenho vergonha de admitir.
Sempre gostei de musicais. Dentro da minha cabeça, durante o dia, existem várias trilhas sonoras.
E ao contrário de muitos eu adoro a Rachel! (acho que me identifico com ela em alguns aspectos que não tem a menor relevância nesse momento)

Enfim...

A parte as "castas" do high school, ser considerado um perdedor por não se encaixar ou por simplesmente não ganhar algo, beira o absurdo.

Pra mim, os verdadeiros "losers" são aqueles que desistiram. Nunca correram atrás de seu sonho.
Aquele que se acomodou em um emprego, sem ter coragem de sair e procurar outro, achando que tudo estava bom.

Se está bom, não é o MELHOR e todos merecemos o que há de melhor!

Não ter ambição. Não se mexer. Espelhar o que quer no outro e exigir que esse alguém trilhe o caminho que você não teve coragem de abraçar.

O "loser" é aquele que não sonha, que não busca...

É aquele que se utiliza da sua cor de pele, etnia, religião, opção sexual ou deficiência física, pra dizer que não conseguiu algo em decorrência disso.

É aquele que julga antes de conhecer, não faz nenhum esforço pra isso e ainda denigre a imagem de uma pessoa.

O perdedor é aquele que bate no peito e fala pra quem quiser ouvir que é um LÍDER, mas no momento em que é necessário, não mostra a que veio.

É aquele que desiste de viver na primeira dificuldade e não luta.

A vida é repleta de desafios e escolhas e é justamente isso que a faz espetacular. Porque o fim chegará a todos. Para alguns de maneira breve, outros demorados (a Dercy que o diga, néam), alguns dolorosos e sofridos e para outros próspero e feliz. Mas o que importa é que ao chegar o fim, você olhe para traz e veja tudo o que construiu e o quanto cada momento que viveu valeu a pena.

Até a próxima semana.







Ps: Leitores querido, vocês são os melhores. Obrigado por todo o carinho.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pensar demais...

dá nisso!



Como todos sabem, tenho sérias dificuldades para dormir (o Marcos que o diga) e são nesses momentos que surgem os questionamentos mais relevantes para nossa existência.
Não estou falando de perguntas triviais como: "Oh, de onde viemos?" ou "Existe vida após a morte?".

Nada disso querido(a) leitor(a), que espera ansiosamente (viu!? ansioso não é com C, ok!? tranquilo!?) pela quinta para adentrar na Alinelândia, são perguntas assim:

Como o Tiranossauro limpava a bunda?

(com esses bracinhos... no way)
Porque se não limpamos a nossa ficamos assadinhos! Será que ele se arrastava igual cachorro quando come bexiga? Ou ficava roçando suas partes em algum coqueiro, o que eu acho perigoso. Vai que algum coco desavisado entra no lugar errado, néam!?

Para onde vão os pés de meias, as tampas de BIC e calcinhas/cuecas que colocamos pra lavar e nunca mais encontramos?

(medoooo)
Existe uma vertente filosófica que diz que todos vão parar num universo paralelo chamado Beleléu. Acho que não. Acredito que isso é uma conspiração das canetas BIC. Sim, almas inquietas e necessitadas de luz! Há uma conspiração interestelar, ocorrendo em nossa auspiciosa Milk Highway.
Já percebeu que sempre que procuramos uma caneta para usar, lá está ela nos observando, a BIC.
Ela acabou com a Kilométrica, a Caneta Simpática.
E sua tampa é um portal para o infinito e além, onde criaturas gélidas precisam se aquecer com nosso pé de meia e as mais taradinhas pegam nossas roupas íntimas!

Por que o Seya sangra e nunca morre?


(...)

Não me venha com a resposta do tipo: "Mulher sangra todo mês e não morreeeeeee!" Jura? Ah vá!
Primeiro que aquela armadura não protege nem do vento, diga lá de um golpe mega poderoso. Lógico que ele vai sangrar.
Mas zente, peloamordedéls (é assim mesmo, tudo junto), ele sangra rios de sangue e nem morre.
Tipo ele acende feito uma lanterna de acampamento (depois de uma hemorragia sem fim) e tá dá, ele arrebenta o inimigo na porrada e nem desmaia depois.
Me dê sua força pégasuuuuuuuuuuuuuuuuu, tô precisada amiguinho alado (a propósito, já disse que o Marcos tem um unicórnio no quarto? Ele diz que é um cavalo... sei não viu!?)!!!!!
Isso é meio decepcionante... quem sabe um dia ele morre néam!?

Por que quando peidamos na água, as bolinhas que sobem a superfície, quando se rompem, não despreendem a aquela nuvem verde gasosa? E por que a água não fica fedida ao redor?



Não tenho nenhuma teoria formada. Nunca vi um peixinho peidar...

Deixo aqui, algumas de minhas teorias aleatórias de assuntos vitais para nossa existência que não me deixam dormir!

Até a próxima.


Ps: Acho que preciso dormir mais.
Ps2: É um unicórnio sim, olha a foto!

(This is Sparta baby!)
Ps3: Todas as imagnes utilizadas nesse post, foram retiradas do wikipédia.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Da licença, eu quero ficar...

triste!



Ok. Você não entendeu nada né!?
Sei como se sente, as vezes me sinto confusa comigo mesma, saca? Acho que são os hormônios, a falta de sono e os mosntrinhos que vivem dentro da minha pessoa.

Enfim...

Todos temos um lado negro da força (The Dark Side of the Moon), aquele que sofre sem motivo aparente e que por vez ou outra vem à tona.
Nesses dias o que mais você quer é sofrer. Chorar, se descabelar, ser a vítima da situação, se sentir só e tudo isso junto de uma vez. E isso faz parte do processo natural. Precisamos sofrer para termos motivos para agradecer quando tudo passar e ainda olhar pra traz e mostrar o dedão do meio!!!  (yeah)

Então por que, raios, eu tenho que estar feliz, sorridente e saltitante?

(Born this way baby)


Alooooooooooooooooow todos tem direito de curtir um bode (ou cabra, vai do gosto de cada um) de vez em quando! O que não pode é isso virar um hábito. Ninguém gosta de ter uma ave agourenta ao seu redor.

Tem coisa pior do que as Funérias da vida?

(Infortúnio)
 Ou Lippy a hiena infeliz?

(Oh céu, oh lua, oh azar)
 Acredito que todo o sofrimento é passageiro (mesmo que demore pra cair fora). E tem lá seu valor e lições preciosas para aproveitarmos.
Quando estou muito triste escrevo poemas. É a maneira que encontro para extravasar (não igual a Claudia Leite, porque senão a coisa azeda huahauhauhauah sacou, Leite, azeda!? Não? Deixa pra lá...). Outros escrevem músicas, comem, dormem, fazem sexo e mutchas outras cositas.
O importante é não tentar usar faquinha de bolo pullmann pra cortar os pulsos e nem tesourinha sem ponta de cortar papel, ok!?

Vamos combinar uma coisa? Quando aquele sofrimento chato não quiser ir embora, dá cá um abraço e tudo se resolve! Ok!? Tranquilo?


Ps: Obrigado aos meu leitores lindos pelo apoio e pelo carinho!
Ps2:  Todas a imagens utilizadas foram retiradas de buscas realizadas no google.